Desajustes, desequilíbrios do CAMPO PSÍQUICO, que se externam através de mágoas, antipatias, culpa, medo, ansiedade, são sentimentos que nos algemam, que nos impedem de sermos felizes e vivermos em equilíbrio.
Medo resultante do instinto de sobrevivência
Admitamos que o medo é resultante de nosso instinto de sobrevivência, como forma de nos prevenirmos de um perigo.
Desde quando o ser alcançou a idade da razão, iniciou-se um processo de consciência dos erros e crimes praticados, que ressurgem, aparentemente inexplicáveis ao longo das existências, a imporem desajustes no campo mental. Entre esses desequilíbrios do campo emocional, está o medo. (FRANCO, Divaldo, p/Espírito Joanna de Ângelis. Conflitos Existenciais. (Série Psicológica, Vol. XIII).
É a culpa, inconscientemente manifestando-se como medo.
Essa sensação pode agravar-se, levando a patologias como a síndrome do pânico e mesmo, à depressão.
A manifestação do medo diante do desconhecido é normal. Contudo quando excede, levando a “situações conflitivas”, gerando imaginação acerbada, poderá refletir-se em ansiedade, sudorese, arritmia cardíaca, em sintomas de verdadeiro pavor, causando desequilíbrio emocional.
Como nos alerta o Espírito Kalf Kiran em sua obra As Algemas Emocionais da Alma, se o temor impede que evoluamos nos aspectos intelectual e moral, impõe-se uma correção.
Medo e suas manifestações
As várias manifestações de medo como: o medo de não ser aprovado no emprego; de falar em público; de não ser aceito pela pessoa amada; de insetos; medo do escuro; medo de altura; medo dos fenômenos da Natureza; de viajar de avião; dirigir um carro; entrar em um hospital; medo da solidão, podem ser gatilhos guardados no inconsciente, resultantes de traumas de vidas passadas.
Muitos ainda se queixam da impossibilidade de realização pessoal, temendo o insucesso, sem ao menos tentar.
Como saberão, se não tentarem?
O medo, seja qual for, é sempre injustificável, afirma Joanna de Ângelis.
Renascemos para novas oportunidades de aprendizado e interação com nossos desafetos do passado, para que nos harmonizemos com eles e conosco mesmos. É o descortinar de novas conquistas na senda “da cura de antigas feridas”.